Contábil-Experts - Fórum de Contabilidade, Tributos e Departamento Pessoal: Joel Rodrigues - Visualizando perfil - Contábil-Experts - Fórum de Contabilidade, Tributos e Departamento Pessoal

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Joel Rodrigues   -----


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  1. Reforma tributária é prioridade deste ano no Congresso Fonte: Agência Senado

    29/01/2020 - 00:09

    Reforma tributária é prioridade deste ano no Congresso



    Ano novo, reforma nova. Se 2019 foi marcado pela alteração na aposentadoria dos brasileiros, a promessa para 2020 é a mudança na cobrança de impostos. Senado e Câmara dos Deputados instalam em fevereiro uma comissão mista que terá a função de reunir em um só texto as principais matérias sobre o assunto no Congresso Nacional. O ministro da Economia, Paulo Guedes, já avisou que o Poder Executivo quer sugerir ajustes.

    O Poder Legislativo analisa mais de 100 propostas de emenda à Constituição (PECs) para reformar o Sistema Tributário Nacional, mas o esforço recente gira em torno de duas matérias. A PEC 45/2019, apresentada em abril pelo deputado Baleia Rossi (MDB-SP), aguarda parecer na comissão especial da Câmara. A PEC 110/2019, sugerida em julho pelo presidente do Senado, Davi Alcolumbre, está pronta para votação na Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) da Casa.

    A principal convergência entre as duas propostas é a extinção de diversos tributos que incidem sobre bens e serviços. Eles seriam substituídos por um só imposto sobre valor agregado (veja abaixo um quadro comparativo das propostas). A PEC 45/2019 extingue cinco tributos: três de competência da União (IPI, PIS e Cofins) e dois de estados e municípios (ICMS e ISS). Além desses, a PEC 110/2019 acaba com outros quatro impostos federais (IOF, salário-educação, Cide-combustíveis e Pasep).

    A mudança traz algumas vantagens: simplicidade na cobrança (com o menor número possível de alíquotas e regimes especiais); incidência apenas sobre o consumo; e uniformidade em todo o país. Mas as semelhanças entre as duas propostas param por aí, e o desafio da comissão mista será harmonizar as divergências, que não são poucas [veja arte].

    O presidente e o relator do colegiado já foram definidos: o senador Roberto Rocha (PSDB-MA) e o deputado Aguinaldo Ribeiro (PP-PB). Rocha é relator da PEC 110/2019 na CCJ do Senado, enquanto Ribeiro relata a PEC 45/2019 na comissão especial da Câmara. A expectativa dos parlamentares é unificar a discussão e acelerar a aprovação da reforma tributária, que hoje tramita de forma fatiada no Congresso.

    — Temos duas propostas: uma na Câmara e outra no Senado. Elas têm o mesmo chassi, muda apenas a carroceria. Temos um acúmulo grande. Só no Senado são quase 200 emendas apresentadas. Não creio que seja uma tarefa muito difícil — argumenta Roberto Rocha.

    A expectativa do presidente do Senado, Davi Alcolumbre, é ver a reforma tributária aprovada nas duas Casas ainda no primeiro semestre, com a colaboração do Ministério da Economia.

    — Não adianta termos uma proposta na Câmara e outra no Senado sem ter a participação efetiva do governo. A palavra é conciliação. Uma conciliação da Câmara, do Senado e do Poder Executivo para entregarmos para a sociedade brasileira uma proposta que faça com que os empreendedores e a população possam se ver contemplados em uma reforma que vai melhorar a vida das pessoas.

    A previsão inicial era de que a comissão mista destinada a analisar a reforma começasse a recolher sugestões dos parlamentares e do Poder Executivo em dezembro passado, durante o recesso. Mas o início dos trabalhos foi adiado porque os líderes partidários ainda não indicaram os 15 senadores e 15 deputados que devem integrar o colegiado. Mesmo após o adiamento, o presidente da Câmara continua confiante na aprovação da reforma em 2020.

    — A reforma tributária é a mais importante para o crescimento econômico e para destravar a economia do país. Defendo a simplificação do sistema tributário brasileiro, que atualmente é confuso e com excessivas leis. Essa reforma, ao simplificar o sistema, vai diminuir o desequilíbrio existente hoje. A sociedade continua pagando muitos impostos, e os serviços públicos continuam piorando. Isso precisa mudar — escreveu o presidente da Câmara, Rodrigo Maia, em uma rede social.

    A comissão mista da reforma tributária deve apresentar um parecer em 90 dias. Depois disso, o texto ainda precisa ser votado na Câmara e no Senado. Como se trata de uma mudança na Constituição, a proposta depende da aprovação de 308 deputados e 49 senadores, em dois turnos de votação. 


    Impacto para os estados

    O Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea) publicou em janeiro uma análise sobre as PECs 45/2019 e 110/2019. De acordo com o estudo Reforma Tributária e Federalismo Fiscal, a unificação de IPI, PIS, Cofins, ICMS e ISS no futuro Imposto sobre Bens e Serviços (IBS) resultaria em uma tributação de 26,9% — uma das mais altas do planeta. “A alíquota do IBS deve chegar a níveis próximos de 27%, segundo as nossas estimativas, o que colocaria o Brasil entre os países com as maiores alíquotas-padrão de IVA [imposto sobre valor agregado] do mundo, ao lado da Hungria, que tributa em 27%, e acima de países como Noruega, Dinamarca e Suécia, com alíquotas de 25%”, afirmam os pesquisadores Rodrigo Orair e Sérgio Gobetti.

    Os analistas compararam a receita atual de ICMS e ISS de cada unidade da Federação com a estimativa potencial de arrecadação com o futuro IBS [veja arte]. A conclusão é de que 19 estados podem ganhar com as mudanças. Entre eles, os 12 entes considerados de renda baixa (com nível de produto interno bruto per capita até R$ 20 mil por habitante), que devem arrecadar R$ 24,8 bilhões a mais por ano. Os maiores beneficiados são Pará e Maranhão, com ganhos de R$ 5,6 bilhões e R$ 4,2 bilhões.

    No outro lado da moeda, oito estados de renda média (entre R$ 20 mil e R$ 30 mil per capita) e alta (acima de R$ 30 mil) perdem com as mudanças. Amazonas, Espírito Santo, Mato Grosso, Mato Grosso do Sul, Minas Gerais, Rio Grande do Sul, Santa Catarina e São Paulo juntos deixam de arrecadar R$ 34,3 bilhões por ano. Paulistas e mineiros pagam a conta mais alta, com prejuízos de R$ 21,2 bilhões e R$ 4 bilhões.

    O Ipea analisou ainda o impacto das duas PECs no combate às desigualdades sociais. Pela regra atual, a fatia mais pobre da população paga 26,7% da renda em impostos sobre o consumo. Os mais ricos desembolsam apenas 10,1%. A reforma tributária reduz essa diferença, mas de maneira discreta: 24,3% para os mais pobres, e 11,2% para os mais ricos. 


    Reforma enxuta

    O Poder Executivo deve enviar em fevereiro sugestões para aperfeiçoar a reforma tributária. As mudanças serão apresentadas na forma de emendas por senadores e deputados. O ministro da Economia, Paulo Guedes, ainda não detalhou quais pontos do texto pretende alterar. Mas durante o Fórum Econômico Mundial, realizado em janeiro na Suíça, disse que o Palácio do Planalto defende uma reforma “mais simples”.

    Em entrevistas a órgãos de imprensa, Paulo Guedes tem defendido a substituição dos diversos tributos sobre bens e serviços por um só imposto sobre valor agregado (IVA) — como preveem as PECs 45/2019 e 110/2019. Mas, segundo o ministro, o Poder Executivo quer uma alíquota de apenas 11%. Para compensar a perda de arrecadação, seria criado um novo imposto sobre pagamentos digitais.

    O presidente do Senado é contrário à ideia. Ele lembra que o Congresso já derrubou tentativas de criação de um novo imposto nos moldes da extinta CPMF. A Contribuição Provisória sobre Movimentação Financeira incidiu sobre todas as transações bancárias e vigorou no Brasil por 11 anos, até 2007.

    — A gente já falou em outras ocasiões, tanto o Senado como a Câmara, que o Brasil não aguenta mais aumentar a carga tributária. As pessoas insistem em falar sobre isso, que é um tema que o Parlamento já decidiu que não vai fazer. Na Câmara, o sentimento do presidente Rodrigo Maia é que não passa a criação de um novo imposto, seja ele qual for. E no Senado também, eu já falei sobre isso — disse Davi Alcolumbre.


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    Fonte: Agência Senado
  2. TRABALHO DO FUTURO: CHAVE ESTÁ NAS PESSOAS NÃO NA TECNOLOGIA

    20/01/2020 - 22:34

    TRABALHO DO FUTURO: CHAVE ESTÁ NAS PESSOAS NÃO NA TECNOLOGIA

    As ameaças ao fim da humanidade e o controle absoluto das máquinas servem apenas como parâmetro do que não está acontecendo


    Variações demográficas, os mercados e o perfil da economia promoveram, ao longo da história, profundas transformações na natureza do trabalho. A tecnologia quase sempre esteve na linha de frente dessas mudanças. O que distingue a época atual é que vivemos o nascimento de uma constelação de tecnologias que prenuncia a remodelagem da vida das pessoas, das economias, das cidades e do trabalho em níveis inéditos na história da humanidade.

    Nada a ver com a última versão do Exterminador do Futuro. As ameaças ao fim da humanidade e o controle absoluto das máquinas servem apenas como parâmetro do que não está acontecendo. A rápida evolução da inteligência artificial, que se configura como a principal alavanca de uma sociedade digital, teve seu desenvolvimento acelerado nos últimos 10 anos graças ao imenso volume de dados disponível e dos avanços inéditos de mecanismos de sua coleta, armazenagem e processamento.

    A sofisticação das técnicas de Machine Learning (ML) tem patrocinado incríveis avanços na saúde, na educação, no lazer, na economia e em todos os poros da vida em sociedade. É a aprendizagem de máquina (ML) que está na raiz do sucesso da inteligência artificial e que tem nos dados sua fonte de energia.

    As novas tecnologias afetam tarefas, não apenas os empregos. A digitalização da economia e da sociedade, que recém começou, muda a qualidade do que e do como as pessoas fazem no trabalho, transformado em um consórcio de tarefas e constante mutação. Por isso os programas de treinamento mostram-se insuficientes para promover a migração de trabalhadores para áreas de maior produtividade. Além disso, as novas tecnologias invadem também o espaço reservado aos profissionais mais qualificados, contrariando o senso comum. Advogados, jornalistas, técnicos, gerentes começam a ter seu emprego ameaçado, para além da tradicional base da pirâmide. A internet e a economia virtual, com seus aplicativos e plataformas on-line, aumentaram a fragmentação do trabalho e questionaram os tradicionais conceitos legais, funcionais e espaciais. Empregos são segmentados em projetos que podem ser terceirizados para empresas ou especialistas. Além do trabalho, os ambientes tendem a se tornar temporários. E bens pessoais são agora incorporados ao processo de trabalho como carros, bicicletas, casas, cômodos, motos e patinetes. São ferramentas de uma atividade pública.

    É o trabalho que perde o padrão, torna-se um fora-da-lei e alvo de infindáveis disputas legais. Pesquisas recentes indicam que essa informalidade tende a se consolidar, apesar de inicialmente ter sido vista como trampolim para o mercado de trabalho regular. Claro, continua sendo alternativa para desemprego. Mas com todas as consequências que salários menores, baixa cobertura previdenciária, ausência de férias podem acarretar para as pessoas.

    E com as dificuldades que a informalidade traz para a reconfiguração do trabalho promovida por tecnologias inovadoras que, como regra, tendem a combinar habilidades mais embebidas de conhecimento e mais flexíveis para se adaptar às mudanças. Aqui reside o drama da baixa qualificação dos trabalhadores brasileiros para a elevação da competitividade do país. O ritmo da digitalização, da automação e da integração da economia certamente será menor e mais instável aqui no Brasil.

    Ou seja, a transição para um patamar superior será certamente mais penosa, dado o nosso atraso tecnológico e a baixa qualidade da nossa educação.

    As mudanças também reforçam a busca de maior capacidade cognitiva da força de trabalho, dado o aumento substantivo das interações entre humanos e as máquinas. Razões que levaram especialistas ao conceito de simbiose, para explicar a formação de novas ocupações e profissões híbridas, que mesclam competências hoje em áreas distintas como a matemática e a filosofia, a química e a antropologia, a sociologia, a computação. Estudos preveem que 70% dos alunos que estão hoje na pré-escola trabalharão em ocupações hoje inexistentes, relacionadas à robótica, nanotecnologia, computação quântica, genômica e inteligência artificial.

    Ganham força as habilidades de julgamento e decisão, de criatividade e gestão de pessoas, de negociação e inteligência emocional. Essas são características que as máquinas não têm e que definem interações em que a tecnologia não é a chave, os humanos é que são.

    *Professor titular de Sociologia da USP, coordenador do Observatório de Inovação do Instituto de Estudos Avançados. Ex-presidente do IPEA e da Finep


    Fonte: Estadão

  3. Comprometimento do Congresso com a reforma tributária é absoluto, diz Rodrigo Maia

    18/01/2020 - 08:23

    Comprometimento do Congresso com a reforma tributária é absoluto, diz Rodrigo Maia

    Segundo o presidente da Câmara, a intenção é aprovar a proposta neste semestre


    O presidente da Câmara dos Deputados, Rodrigo Maia (DEM-RJ), afirmou em suas redes sociais que “o Congresso está envolvido e engajado em aprovar a reforma tributária ainda neste primeiro semestre”. A proposta está em discussão em comissão especial criada pela Câmara no ano passado.

    “O comprometimento é absoluto, pois sabemos a importância do projeto para o Brasil”, afirmou Maia.

    Representantes da Câmara, do Senado e do governo devem voltar a se reunir em fevereiro para acertar a tramitação da reforma tributária. A ideia é reunir as propostas que já tramitam nas duas casas legislativas, mais as sugestões do governo, e elaborar um texto único.

    Saiba mais sobre a tramitação de propostas de emenda à Constituição

    A proposta em discussão na Câmara (PEC 45/19), apresentada pelo líder do MDB, deputado Baleia Rossi (SP), pretende simplificar o sistema, substituindo cinco tributos que incidem sobre o consumo pelo novo Imposto sobre Bens e Serviços.


    Fonte: Agência Câmara Notícias
  4. Governadores acertaram modificações à reforma tributária para evitar perda de receitas

    16/01/2020 - 22:12

    Governadores acertaram modificações à reforma tributária para evitar perda de receitas

    Segundo o secretário de Fazenda do Estado de São Paulo, Henrique Meirelles, uma perda marginal de arrecadação para o governo paulista será compensada com o maior crescimento da economia e o fim da guerra fiscal


    O secretário de Fazenda do Estado de São Paulo, Henrique Meirelles, afirmou que todos governadores negociam modificação às propostas de reforma tributária que tramitam no Congresso para evitar perdas de arrecadação no início da implementação do Imposto sobre Valor Agregado (IVA).

    A ideia é que o novo imposto substitua todos os tributos que incidem sobre o consumo, entre eles o IMCS, cobrado pelos Estados, e o ISS, de competência municipal.

    O secretário previu, no futuro, uma perda marginal de arrecadação para o governo paulista que será compensada, segundo ele, com o maior crescimento da economia e o fim da guerra fiscal, que trará de volta ao Estado as empresas que foram atraídas por outros Estados com incentivos fiscais. Esses incentivos acabam a aprovação da reforma tributária pelo Congresso.

    Em entrevista ao Estado, Meirelles disse que já há acordo para que o substitutivo seja incorporado pela Câmara na Proposta de Emenda Constitucional (PEC) 45 de autoria do líder do MDB, deputado Baleia Rossi (SP). A negociação, segundo ele, tem apoio do presidente da Câmara, Rodrigo Maia (DEM-RJ), e do relator da PEC 45, deputado Aguinaldo Ribeiro (PP-PB).

    Meirelles garantiu que São Paulo não será opositor à reforma como foi historicamente nas tentativas fracassadas de aprovação das mudanças tributárias no passado. "São Paulo era opositor porque perdia com a reforma", afirmou.

    Como mostrou o Estado, São Paulo é o que mais perde com o novo modelo de tributação sobre o consumo proposto pelas reformas tributárias que tramitam no Congresso, de acordo com estudo do Instituto de Pesquisa Econômica e Aplicada (Ipea). O trabalho faz simulações e mostra que o IVA teria potencial retirar R$ 21,24 bilhões no primeiro ano da vigência da reforma caso a mudança seja feita de uma só vez.

    Segundo Meirelles, essa perda foi calculada com base na PECs que estão no Congresso e que serão alteradas pelo texto substitutivo que está sendo negociado pelos governadores. Ele destacou que o novo texto foi aprovado por unanimidade pelos Estados, inclusive aqueles que ganhariam mais recursos com a mudança, porque cria um mecanismo de compensação. "Do jeito, que está ia ficar complicado, porque alguns Estados iam ficar contra", disse.

    Para não criar distorções, nos primeiros 20 ano, os Estados farão a sua coleta do tributo, mas esses recursos vão transitar por uma conta única de todos os Estados. Haverá uma redistribuição baseada em outro critério, que considera a participação total da receita de ICMS de cada Estado antes da mudança. Nesse período, o Estado não perderá essa participação.

    "O Estado produtor terá um mecanismo de compensação que assegura o mesmo valor em termos de reais do que arrecadava antes da aprovação da reforma tributária. Não haverá essa perda", explicou.

    As duas propostas de emenda constitucional - a PEC 45 da Câmara e a PEC 110 do Senado - tendem a desconcentrar receitas em favor de Estados e municípios mais pobres do País ao migrar do modelo atual em que a cobrança é feita na origem, ou seja, onde os produtos são produzidos, para o destino, onde são comprados. Essa mudança, se aprovada pelo Congresso, vai alterar, principalmente, a forma como o ICMS e o ISS são repartidos atualmente.

    No longo prazo, o secretário admite que haverá pequena perda de arrecadação para São Paulo, que será compensada por vários fatores, entres eles, o crescimento maior provocado pelos efeitos positivos da própria reforma.

    O relator da PEC 45 fez ontem uma reunião com a equipe de consultores da Câmara para avançar no texto final do seu substitutivo. O grupo já discute, inclusive, a regulamentação da reforma depois da sua aprovação. Ao BR Político, Rodrigo Maia disse na terça que acredita ser possível aprovar a reforma no primeiro semestre e fazer também a discussão da reforma administrativa, proposta que, entre outros pontos, deve enxugar o número de carreiras e reduzir o salário de entrada dos servidores públicos.

    Maia reconhece, porém, que as discussões sobre a reforma tributária estão mais adiantadas entre os deputados do que as da administrativa. No caso da reforma tributária, Maia lembra que o governo tem conversado com a Câmara para discutir a formatação da melhor proposta.



    Fonte: Terra
  5. ‘O Parlamento considera a reforma tributária nossa, vota no primeiro semestre’, diz Maia

    16/01/2020 - 22:09

    ‘O Parlamento considera a reforma tributária nossa, vota no primeiro semestre’, diz Maia



    O presidente da Câmara dos Deputados, Rodrigo Maia, disse ao blog que, mesmo em ano de eleições municipais, a reforma tributária será aprovada neste semestre porque os deputados estão envolvidos com o projeto.

    “Pode escrever aí: vai passar no primeiro semestre. Já tem consenso de que o tema precisa passar e irá. O comprometimento é absoluto”, frisou.

    Questionado sobre se a eleição atrapalha o calendário do Congresso – assim como avaliam alguns parlamentares –, o presidente da Câmara negou. “O parlamento considera a reforma tributária um projeto nosso”, afirmou.

    O governo deve enviar suas sugestões à reforma tributária e a proposta de reforma administrativa em fevereiro.

    Na noite desta terça-feira (14), Maia foi ao Palácio da Alvorada para um encontro com o presidente Jair Bolsonaro. Segundo o presidente da Câmara, foi uma visita de cortesia.

    Nos bastidores, parlamentares têm cobrado o envio das propostas da equipe econômica para a reforma tributária e também para a reforma administrativa.

    Apesar do otimismo do governo, de que ambas as reformas passarão neste ano, na avaliação de parlamentares a tendência é a tributária andar mais rápido.

    Em dezembro, às vésperas do início do recesso do Legislativo, foi instalada a comissão especial mista que trabalhará para consolidar o texto com as mudanças no regime de impostos. O grupo é formado por 15 deputados e 15 senadores.

    Na época da criação do colegiado, o presidente do Senado, Davi Alcolumbre (DEM-AP), afirmou que a comissão trabalharia durante o recesso do Legislativo e teria até 90 dias para unificar as propostas em tramitação no Congresso. Porém, os trabalhos ainda não começaram.

    Porém, na avaliação de Rodrigo Maia, o fato de a comissão ainda não ter iniciado os trabalho não atrasa o cronograma, visto que, diz ele, há um acordo com os congressistas para que o tema avance.

    Fonte: O Globo

Comentários

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    Carlos Felipe 

    20 02 2018 - 22:13
    OBRIGADO JOEL.
  2. Foto

    CECILIA ASEVEDO 

    13 11 2017 - 09:52
    Olá Joel, muito prazer em estar participando desse grupo! Me cadastrei agora e estamos juntos. Grande abraço a todos e "Unidos Somos Mais!"
  3. Foto

    lany-arquivista 

    01 10 2017 - 15:42
    como faço para fazer perguntas?
  4. Foto

    ERNANDO SAMPAIO 

    14 07 2017 - 09:15
    Bom dia pessoal, sou recém formado e estou a procura de oportunidades para aprender a prática contábil. Moro em uma cidade do interior de MG, onde as oportunidades estão escassas, se algum membro do site poder me ajudar, serei grato, trabalhei muito para custear os gastos com a faculdade, e agr preciso aprender a prática para exercer minha profissão.
  5. Foto

    Manoel Arthur 

    04 07 2016 - 15:08
    Pessoal td bem? quero trocar de assessoria tenho econet e me ofereceram lefisc alguem trabalha ou conhece?
  6. Foto

    MESQ 

    05 02 2016 - 10:52
    Prezado Joel , preciso de uma planilha de tributação ( Simples, Presumido x L Real) poderias em enviar , caso tenha gilmesq@terra.com.br
  7. Foto

    AYRTON PEREIRA DA SILVA 

    18 11 2014 - 18:51
    Sr Joel. Obrigado pela recepção. Necessito saber urgentemente como postar videos. Não encontrei os arquivos de ajuda. Pode me auxiliar com isso
  8. Foto

    RENATO MANSUR 

    02 11 2014 - 18:04
    Prezado Joel grato pela recepção. vamos ampliar os temas para estimular as ideias.
    Cordial abraço,
  9. Foto

    COSME RUBENS PEREIRA 

    02 10 2014 - 17:12
    Olá Joel, Obrigado e espero poder aprender bastante com vocês.
  10. Foto

    JgsC&C 

    31 08 2013 - 11:39
    quem pode me ajudar quero emprimir gnres de 2011 IE de SP tem como
  11. Foto

    Roberta V.S 

    22 05 2012 - 18:50
    como faço pra fazer perguntas e todos verem? preciso de ajuda ,tenho uma duvida
  12. Foto

    M & M 

    15 11 2011 - 18:00
    olá joel, gostei do site espero aproveitar bastante
  13. Foto

    COLEGA 

    14 11 2011 - 13:16
    Olá joel, obrigada pelas boas vindas.Desculpa, havia me esquecido q sou membro deste site. espero aproveitá-lo muito!
  14. Foto

    Carlos.Contábil 

    14 11 2011 - 13:14
    Muito bom o site, parabéns a todos, com certeza vai virar febre entre nós da área. Aproveitando veja se você pode me ajudar, já troquei umas quinze vezes meu município e estado, mas não atualiza. O que faço ?
  15. Foto

    Rosangela Sodre 

    14 11 2011 - 12:00
    Agradeço !!
    Obrigado pela boas vindas e espero tirar muitas duvidas no site
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